domingo, 8 de agosto de 2010

A TV e suas influências - Capítulo 3: A mulher danada

Já reparou que a mulherada de hoje em dia tá mais danada que os homens? Eu tenho percebido isso. A mulherada anda com um fogo na bacurinha que tá deixando todo mundo de olhos arregalados. E não é só aqui no Brasil não, meu irmão. Quando eu fui pra África, as garotas estavam todas batendo na porta do açougue e gritando em uma só voz: "- LINGUIÇA!".

Só de olho no pipi do amiguinho!

Donde vem esse fogo que queima dentro dessa mulherada? Afinal das contas, a criação, apesar de mais liberal hoje do que nos tempo de outrora, não é tão diferente da criação que é dada aos homens. E nós sempre soubemos o limite da safada. Pois é, apesar da mulherada achar que o homem não tem esse limite, nós temos. Já as mulheres têm chutado os limites para a chamada casa do caralho.

E a pergunta ainda persiste. Donde vem essa vontade de dar loucamente com doce na boca? Eu te respondo então. Essa vontade de dar à torto e à direito só pode vir de um lugar. E esse lugar é ele, Os Smurfs.

"- Mas como que pode ser uma pourrrrrra dessas?!". Elementar, meu caro internauta. Pensa comigo um pouquinho. Lembra dos Smurfs, aqueles hippies azuis que viviam numa sociedade pra lá de muito doida, dentro de cogumelos, só de cueca e touca branca? Eles eram governados por um hippie mais velho, o Papai Smurf, que usava vermelho (assim como os imperadores romanos). Lembra também que a sociedade smurfiana era formada basicamente de homens do sexo masculino e que a única mulher da caralha toda era a Smurfette (ou ela era um traveco muito bem disfarçado).

A Smurfette você sabe como era. Loira oxigenada, vestidinho curto, nariz empinadinho, voz sem vergonha e salto alto. Com esses dados a gente pode chamar ela do que? Biscatinha. Se fosse gorda, chamaríamos de Geisy Arruda.
Ó lá ela armando um 2x1 com o Papai Smurf e mais um. Danada que só! Mó serelepe, devia "dormir" cada noite em um cogumelo, sem se preocupar com sexo seguro, fidelidade, doenças venéreas e com a opinião do Gargamel.

E se você lembra bem do desenho, vai se recordar que havia um Bebê Smurf na história também. Bom, se tinha um bebê e só uma mulher na parada, o bebê era filho da Smurfette. E essa desinfeliz nem sabia quem era o pai da criança e mal ficava com o guri. Queria mais é rosetar.

Aí, a juventude de anos atrás via isso e achava bonito. A juventude cresceu e o que é que aconteceu? As menininhas começaram a dar desvairadamente, achando que a vida é fácil. É só fazer um Bebê Smurf e legar na mão dos outros enquanto elas ficam fazendo suruba adoidado.

Eu só tenho uma dica para essa meninas. Façam como a Karina Bacchi. Tá com fogo na bacurinha? Pega uma mangueira e sossega a periquita.

Um comentário:

Sr. Senador disse...

HAHAHAHAHAA... tu é foda... sempre pensei nisso... a porra da Smurfet tinha que ter um estoque de hipoglos pra aguentar a caralhada de Smurfs da aldeia... aposto que o unico que não comia ela era o Genio!!!